domingo, 20 de novembro de 2011

  • os hamsters são roedores (ordem Rodentia). Eles roem os alimentos em vez de mastigá-los
  • o hamster come segurando o alimento entre as suas duas patas dianteiras
  • assim como as unhas, os dentes da frente do hamster nunca param de crescer, pois são constantemente desgastados
  • antes de ser animal de estimação, o hamster já era usado em laboratórios
  • o hamster possui 4 dedos nas patas dianteiras e 5 nas traseiras
  • o hamster possui bolsas nas bochechas, que usa para transportar alimentos ou material para fazer a cama. O hamster sírio pode carregar até metade de seu peso nas bochechas
  • o nome "hamster" vem da palavra alemã hamstern que significa "apropriar-se". Este apelido lhe foi conferido pelo hábito que o hamster tem de guardar alimentos em suas bochechas
  • os hamsters são animais noturnos, e seu período de atividade começa por volta de 18 horas
  • os hamsters arrumam suas próprias camas, levando pedaços de papel, cascas de sementes e outras coisas que encontrarem para dentro da casinha
  • em geral, hamsters têm em geral de 4 a 18 filhotes por ninhada
  • não há necessidade de limpar o hamster, pois ele se limpa sozinho, sem dificuldade, lambendo as patas e passando-as no corpo para "escovar" o pêlo
  • os hamsters sabem nadar, mas em geral não gostam de água e só entram nela em último caso e a contragosto
  • existem várias espécies de hamsters selvagens (família Cricetidae) e alguns são do tamanho de gatos, como o Hamster Europeu
  • os hamsters emitem sons eventualmente.
    --"Você é responsável pela saúde e bem-estar de seu Hamster. Trate-o comcarinho e responsabilidade."
    Canibalismo ou abandono dos filhotes: pode ser consequência da interferência humana na gaiola nas primeiras semanas, tornando a mãe irritada, assustada ou agressiva. Outras causas são: mãe inexperiente (primeira cria), falta de leite (agalactia) ou pouca produção de leite, redução na ingestão de água e comida e mastite
    Diarréia e prolapso retal (cauda molhada): decorrente de infecções intestinais bacterianas (tais como, Escherichia coli, Salmonela ssp, Clostridium piliformes, Clostridium dificile e Campylobacter spp.), infestação por verminoses (inclusive tênias), intoxicação alimentar, intoxicação pelo uso de antibióticos e destruição da flora intestinal.
    Ferimentos na pele: decorrente de brigas principalmente.
    Dermatite: por infestação por pulgas de cães e gatos. Ácaros Demodex spp em animais imunodeprimidos. Decorrente de mordidas de outro hamster e infecções bacterianas de pele, irritação por contato com a amônia da urina, material irritante como substrato.
    Lesões no olho: conjuntivite decorrente de trauma, irritação por corpo estranho (pó, poeira, etc.), infecções bacterianas e coriomeningite linfocitária (vírus).
    Poliúria (urina abundante) e polidipsia (sede): doença renal (amiloidose, doença renal cística).
    Emagrecimento: doenças crônicas (verminose, tumores, diarréias crônicas, doenças respiratórias, tricobezoares gástricos, ingestão de material estranho, cirrose hepática, doença renal, má oclusão dentária, parasitismo e outras).
    Má oclusão dentária: decorrente de trauma, origem genética, infecções dentárias.
    Doenças crônicas: doenças infecciosas, amiloidose renal, nefrose (doença renal), cirrose hepática, tumores, infecção intestinal por Clostridium spp. As doenças crônicas podem causar emagrecimento.
    Deficiências nutricionais: pode se manifestar de várias maneiras, incluindo mortalidade de filhotes, doenças respiratórias, fraqueza, dermatite e outras doenças decorrentes da má condição física.
    Tricobezoares gástricos (material embolado no estômago) e ingestão de corpo estranho: os tricobezoares se formam da ingestão contínua de material fibroso (por exemplo pêlo) ou material sintético que se acumula formando uma bola no estômago. Se essa bola toma grandes proporções, torna-se prejudicial ao organismo. A ingestão de corpo estranho pode causar perfuração ou obstruçãodo estômago ou intestino. Na tentativa de expulsar esse material, o intestino pode torcer ou inverter sobre ele mesmo causando obstrução e morte com dores.
    Parasitismo: por vermes, incluindo tênias.
    Desidratação: é decorrente de diarréia, vômito, perda do apetite ou doenças.
    Intoxicação e septicemia (infecção generalizada): decorrente da ingestão de produtos tóxicos, toxemia por bactérias patogênicas no intestino, toxemia decorrente da destruição da flora intestinal pelo uso incorreto de antibióticos.
    Doenças respiratórias: os sintomas principais são corrimento nasal e dificuldade respiratória. Podem ser conseqüentes de irritantes como poeira, pó de madeira, fumaça de cigarro, desinfetantes, infecções bacterianas (rinites, traqueíte), pneumonias bacterianas, gripe (influenza), parainfluenza.
    Cardiomiopatia/aterosclerose: doenças que podem surgir em animais velhos, obesos, que não se exercitam oe com alimentação não balanceada. Animais com doenças cardíacas podem cansar rapidamente após exercício.
    Tumor em animais velhos: são comuns e existem diversos tipos.
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"Você é responsável pela saúde e bem-estar de seu Hamster. Trate-o comcarinho e responsabilidade."

FILO: Chordata 
CLASSE: Mammalia Sub-Filo: Vertebrados
Ordem: Rodentia
Família: Muridae
Sub-Família: Cricetinae
Espécies mais comuns em cativeiro:
Hamster Sírio (Mesocricetus Auratus);Hamster Anão Russo Campbells(Phodopus Sungoris Campbelli);Hamster Anão Russo Branco Invernal (Phodopus Sungoris Sungoris); Hamster Chinês (Cricetulus Griseus); Hamster Roborovski (Phodopus Roborovskii).

Os hamsters são pequenos roedores e a maioria das espécies são estritamente noturnos durante os meses de verão, dormindo durante o dia, quando a temperatura está mais elevada, e iniciando seu período de atividade ao entardecer, quando a temperatura diminui. Assim como os outros animais de sua Ordem, possui dentes de crescimento contínuo, que precisam ser constantemente desgastados. Em geral, os roedores desgastam os dentes roendo alimentos. Existêm várias espécies de hamster e grande diversidade de formas e tamanhos.
A maioria das espécies de hamster habita regiões semi-desérticas, vivendo em galerias subterrâneas. Algumas espécies cavam suas próprias galerias outras, vivem em velhas galerias abandonadas por outros pequenos animais. Estas galerias possuem vários túneis e compartimentos, usados para guardar comida, alojar os filhotes e para dormir.
O sentido mais apurado dos hamsters é a audição, seguida pelo olfato. A visão é pouco desenvolvida. A maioria dos hamsters possui bochechas que podem se expandir para carregar alimento e forração para o ninho. Por ter hábitos noturnos, o hamster utiliza seus finos e longos bigodes para perceber os obstáculos.
O hamster utiliza suas patas dianteiras para segurar o alimento e levá-lo à boca e para encher suas bochechas. Possui 5 dedos nas patas traseiras.
Apenas 4 espécies de hamster são mantidas atualmente como animais de estimação, o que é uma parte bem reduzida da família Cricetidae. Em muitos países, o hamster é um dos animais de estimação mais populares, vindo logo depois dos cães e gatos.
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AGORA VOU FALAR SOBRE O ESQUILO DA MONGÓLIA:

Esquilo da Mongólia

Esquilo da Mongólia
O Esquilo da Mongólia é um animal que ainda é pouco divulgado, logo pouco conhecido no Brasil. Esses mamíferos, que perencem a família dos roedores, já são considerados como um animal de estimação há certo tempo em outros países como EUA.
Embora não sejam animais apegados aos donos, como os cães e gatos, sabem reconhecer quem são seus donos, com um temperamento amigo e tranqüilo. Não podemos deixar de lado que é um animal selvagem, podendo a qualquer momento demonstrar seus extintos, eles não são animais de colo então evite isso e quando for pegar procure nunca pegá-lo pelo rabo, ele é um animal muito sensível.
Ele necessita de muita atenção, como todos os animais e se possível o crie com um amiguinho, pois eles se sentem muito tristes quando sozinhos. Se quiser colocar dois do mesmo sexo juntos prefira os machos já que as fêmeas costumam brigar entre si.
Para evitar zoonoses comuns entre mamíferos é só manter o local onde eles vivem limpo, e controlar por onde anda seu gerbil. A expectativa de vida deles é de 3 a 5 anos.


Leia mais: Esquilo da Mongólia 



Esquilo-da-mongólia
Vivaz, dócil e de boa adaptação em gaiolas, o roedor ainda é uma novidade no mercado como animal de estimação 
Texto João Mathias*
Consultor Pierre J. Alonso*


Nos Estados Unidos, já é considerado animal de estimação. Por aqui, ainda é pouco conhecido como bicho doméstico, mas aos poucos tem aumentado o interesse dos brasileiros por sua companhia. Com temperamento social e pacífico, limpo e sem produzir mau cheiro, fácil de manejar e sem exigir muito espaço, o esquilo-da-mongólia (Meriones unguiculatus) é uma ótima alternativa para iniciar uma criação tida como novidade no mercado.
O local de origem do gerbil, como o esquilo é também conhecido em países da Europa e nos EUA, é incerto. Há quem diga que a indicação de seu nome popular esteja correta, sendo ele oriundo de áreas semidesertas da Mongólia e do nordeste da China. No entanto, outras informações sugerem que o esquilo seja procedente de regiões da Ásia Central e do Oriente Médio, sem muita precisão geográfica.
Quanto à cor original, há pelo menos consenso: marrom-dourado, com as pontas dos pelos pretas, denominada "agouti". Por meio de várias mutações obtidas por seleção em cativeiro, existem outras tonalidades fixadas, como marrom-dourado com pintas brancas, preto, branco, canela, cinza-amarronzado, azul, entre outras. O albino se diferencia do branco pela cor vermelha dos olhos.
Roedor, o esquilo-da-mongólia gosta de comer grãos, com um consumo médio diário de cinco a oito gramas para cada 100 gramas de peso do animal. Pela característica da espécie, seus dentes incisivos precisam ser desgastados, pois crescem continuamente. Galhos ou cascas de árvores ajudam no controle e distraem o animal.
Muito vivaz, o esquilo não para quieto. Gosta de fazer ninhos com qualquer material que encontra pela frente, diverte-se com brinquedos e sobe e desce rampas, quando disponíveis na gaiola. O animal se entretém até com rolo de papelão vazio de papel higiênico. De dia ou à noite, o esquilo-da-mongólia tem como hábito alternar períodos de vigília com descanso. A expectativa de vida do bichinho é de apenas três anos, com possibilidade de atingir, no máximo, quatro anos.
Como vive pouco, a maturidade sexual chega cedo, entre 65 e 85 dias após o nascimento, enquanto a gestação leva de 24 a 26 dias. Fêmeas e machos devem ser criados juntos, para não correr o risco de haver um ambiente hostil no período de reprodução. Assim, antes dos dois meses de idade, animais de sexos diferentes devem passar a conviver na mesma gaiola.
RAIO X
CRIAÇÃO MÍNIMA: 20 casais para uma atividade comercial
CUSTO: R$ 12 é o preço de cada casal
RETORNO: a partir dos seis meses
REPRODUÇÃO: seis filhotes por cria, em média
MÃOS À OBRA
>>> INÍCIO - compre exemplares de criadores profissionais e com larga experiência na atividade, preferencialmente com indicação. A precaução reduz os riscos de problemas no futuro. Aproveite para pedir orientações sobre os cuidados com os esquilos-da-mongólia e outras dicas que facilitem a lida com os bichos.
>>> AMBIENTE - o local de criação do esquilo deve ser de clima ameno. A temperatura recomendada é por volta de 23 graus célsius. Escolha uma área arejada e sem ventos fortes para instalar as gaiolas. Não exponha os animais ao sol, pois eles têm pouco tolerância, e mantenha-os em local protegido da entrada de ratos, para evitar transmissão de doenças.
>>> CAIXAS - o bichinho é criado em caixas plásticas de laboratório, com grade metálica na parte superior, onde se colocam a ração e o bebedouro de bico. Elas podem ser acomodadas em prateleiras para facilitar o manejo, que deve contar com vistorias periódicas, devido ao curto ciclo de reprodução.
>>> CUIDADOS - para evitar problemas sérios de saúde como a pneumonia, o esquilo-da-mongólia não deve tomar banho com água. Disponibilize uma pequena banheira com pó de mármore ou bicarbonato para que ele tome banhos secos. É importante, no entanto, manter a gaiola bem limpa. Retire a sujeira mais grossa e, em seguida, limpe com um pano úmido. Passe mais uma vez um pano com álcool. Como o esquilo é roedor, atenção quanto ao que deixar ao alcance dele. Madeira de cedro ou pinus não é recomendada, pois contêm substâncias tóxicos ao esquilo. A qualquer sinal de doença no animal, deve-se procurar um médico-veterinário para orientação.
>>> ALIMENTAÇÃO - deixe alimento disponível na gaiola o tempo todo. Ofereça amendoim cru, ervilha, grão--de-bico e sementes de girassol. Ração e verduras também são aceitos, além de insetos, apesar de alimentos vivos induzirem o animal ao canibalismo. Há ainda alimentos próprios para esquilos no mercado varejista. Água limpa não pode faltar.
>>> REPRODUÇÃO - se o casal não vive na mesma gaiola desde filhote, junte o macho à fêmea apenas na época da reprodução. Com 65 a 85 dias de vida, o esquilo está pronto para procriar. Mas o cio dura apenas um dia, com repetições a cada quatro ou cinco dias. A fêmea leva de 24 a 26 dias para dar à luz a seis filhotes, em média.
>>> FILHOTES - com três a quatro semanas, separe os filhotes dos pais e, com um mês, coloque machos e fêmeas em gaiolas diferentes. Apalpe a região dos órgãos genitais para identificar os machos, que têm os testículos proeminentes. No caso das fêmeas, dominantes na espécie, é mais indicado que cada uma tenha sua própria gaiola. Uma opção para evitar brigas na época da reprodução é manter um casal em cada gaiola durante o período de gestação.

não se pode colocar um esquil junto com um hamster pode causar briga e acabar com morte.

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