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FILO: Chordata CLASSE: Mammalia Sub-Filo: Vertebrados
Ordem: Rodentia
Ordem: Rodentia
Família: Muridae
Sub-Família: Cricetinae
Espécies mais comuns em cativeiro:Hamster Sírio (Mesocricetus Auratus);Hamster Anão Russo Campbells(Phodopus Sungoris Campbelli);Hamster Anão Russo Branco Invernal (Phodopus Sungoris Sungoris); Hamster Chinês (Cricetulus Griseus); Hamster Roborovski (Phodopus Roborovskii).
Sub-Família: Cricetinae
Espécies mais comuns em cativeiro:Hamster Sírio (Mesocricetus Auratus);Hamster Anão Russo Campbells(Phodopus Sungoris Campbelli);Hamster Anão Russo Branco Invernal (Phodopus Sungoris Sungoris); Hamster Chinês (Cricetulus Griseus); Hamster Roborovski (Phodopus Roborovskii).
Os hamsters são pequenos roedores e a maioria das espécies são estritamente noturnos durante os meses de verão, dormindo durante o dia, quando a temperatura está mais elevada, e iniciando seu período de atividade ao entardecer, quando a temperatura diminui. Assim como os outros animais de sua Ordem, possui dentes de crescimento contínuo, que precisam ser constantemente desgastados. Em geral, os roedores desgastam os dentes roendo alimentos. Existêm várias espécies de hamster e grande diversidade de formas e tamanhos.
A maioria das espécies de hamster habita regiões semi-desérticas, vivendo em galerias subterrâneas. Algumas espécies cavam suas próprias galerias outras, vivem em velhas galerias abandonadas por outros pequenos animais. Estas galerias possuem vários túneis e compartimentos, usados para guardar comida, alojar os filhotes e para dormir.
O sentido mais apurado dos hamsters é a audição, seguida pelo olfato. A visão é pouco desenvolvida. A maioria dos hamsters possui bochechas que podem se expandir para carregar alimento e forração para o ninho. Por ter hábitos noturnos, o hamster utiliza seus finos e longos bigodes para perceber os obstáculos.
O hamster utiliza suas patas dianteiras para segurar o alimento e levá-lo à boca e para encher suas bochechas. Possui 5 dedos nas patas traseiras.
Apenas 4 espécies de hamster são mantidas atualmente como animais de estimação, o que é uma parte bem reduzida da família Cricetidae. Em muitos países, o hamster é um dos animais de estimação mais populares, vindo logo depois dos cães e gatos.
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AGORA VOU FALAR SOBRE O ESQUILO DA MONGÓLIA:
Esquilo da Mongólia
POSTED
O Esquilo da Mongólia é um animal que ainda é pouco divulgado, logo pouco conhecido no Brasil. Esses mamíferos, que perencem a família dos roedores, já são considerados como um animal de estimação há certo tempo em outros países como EUA.
Embora não sejam animais apegados aos donos, como os cães e gatos, sabem reconhecer quem são seus donos, com um temperamento amigo e tranqüilo. Não podemos deixar de lado que é um animal selvagem, podendo a qualquer momento demonstrar seus extintos, eles não são animais de colo então evite isso e quando for pegar procure nunca pegá-lo pelo rabo, ele é um animal muito sensível.
Ele necessita de muita atenção, como todos os animais e se possível o crie com um amiguinho, pois eles se sentem muito tristes quando sozinhos. Se quiser colocar dois do mesmo sexo juntos prefira os machos já que as fêmeas costumam brigar entre si.
Para evitar zoonoses comuns entre mamíferos é só manter o local onde eles vivem limpo, e controlar por onde anda seu gerbil. A expectativa de vida deles é de 3 a 5 anos.
Leia mais: Esquilo da Mongólia
Esquilo-da-mongólia Vivaz, dócil e de boa adaptação em gaiolas, o roedor ainda é uma novidade no mercado como animal de estimação Texto João Mathias* Consultor Pierre J. Alonso* |
O local de origem do gerbil, como o esquilo é também conhecido em países da Europa e nos EUA, é incerto. Há quem diga que a indicação de seu nome popular esteja correta, sendo ele oriundo de áreas semidesertas da Mongólia e do nordeste da China. No entanto, outras informações sugerem que o esquilo seja procedente de regiões da Ásia Central e do Oriente Médio, sem muita precisão geográfica. Quanto à cor original, há pelo menos consenso: marrom-dourado, com as pontas dos pelos pretas, denominada "agouti". Por meio de várias mutações obtidas por seleção em cativeiro, existem outras tonalidades fixadas, como marrom-dourado com pintas brancas, preto, branco, canela, cinza-amarronzado, azul, entre outras. O albino se diferencia do branco pela cor vermelha dos olhos. Roedor, o esquilo-da-mongólia gosta de comer grãos, com um consumo médio diário de cinco a oito gramas para cada 100 gramas de peso do animal. Pela característica da espécie, seus dentes incisivos precisam ser desgastados, pois crescem continuamente. Galhos ou cascas de árvores ajudam no controle e distraem o animal. Muito vivaz, o esquilo não para quieto. Gosta de fazer ninhos com qualquer material que encontra pela frente, diverte-se com brinquedos e sobe e desce rampas, quando disponíveis na gaiola. O animal se entretém até com rolo de papelão vazio de papel higiênico. De dia ou à noite, o esquilo-da-mongólia tem como hábito alternar períodos de vigília com descanso. A expectativa de vida do bichinho é de apenas três anos, com possibilidade de atingir, no máximo, quatro anos. Como vive pouco, a maturidade sexual chega cedo, entre 65 e 85 dias após o nascimento, enquanto a gestação leva de 24 a 26 dias. Fêmeas e machos devem ser criados juntos, para não correr o risco de haver um ambiente hostil no período de reprodução. Assim, antes dos dois meses de idade, animais de sexos diferentes devem passar a conviver na mesma gaiola.
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não se pode colocar um esquil junto com um hamster pode causar briga e acabar com morte.

>>> INÍCIO - compre exemplares de criadores profissionais e com larga experiência na atividade, preferencialmente com indicação. A precaução reduz os riscos de problemas no futuro. Aproveite para pedir orientações sobre os cuidados com os esquilos-da-mongólia e outras dicas que facilitem a lida com os bichos.
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